quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ila fox: Kama Sutra Felino

Vejam só o que a super original e autêntica Ila Fox vem aprontando.

ila fox: Kama Sutra Felino

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Hipoglicemia em cães

Pompom é uma poodle de meia idade. Foi atendida com alteração no estado mental, letargia, choque, hipotermia, bradicardia, pulso fraco, com sinais de vômito, halitose, perda de peso após a castração e alteração no trato gastro intestinal. Foi realizado tratamento emergencial, pois encontrava-se em uma crise hipoglicêmica.


Os sinais que Pompom apresentou inicialmente foram atribuídos a vários distúrbios, como: hipoadrenocorticismo, pancreatite, tumor no pâncreas, Ingestão de corpo linear, Helicobacter, ausência de alimentação, Gastrite.....

Na ultrasonografia, não foi possível visualizar o pâncreas, e muito menos a glândula adrenal. O que se viu foi estômago apresentando aumento de espessura em sua parede, mucosa irregular e motilidade aumentada. Esses parâmetros sugeriam corpo estranho linear e a possibilidade de uma laparotomia exploratória em um intervalo de 48 horas não foi descartada. Esse aumento da motilidade também poderia provocar uma intussuscepção. Ou seja, a torcida pela recuperação da Pompom foi grande.

Os resultados laboratoriais não fecharam o diagnóstico, mas a hipótese de ser hipoadrenocorticismo não foi descartada. A Pompom passa bem, está sob medicação e recupera-se agora em casa.


Pompom na cama de seus tutores

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Combinados

Vejam só o que preparamos para os bichinhos....



























quarta-feira, 2 de novembro de 2011

VIII Simposio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina

Somente hoje pude postar as informações do segundo dia do VIII Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina. O dia foi muito cheio, muitas informações, algumas não tão novas e discussões.


A Leishmaniose visceral canina vem merecendo atenção especial por parte dos clínicos veterinários e profissionais da saúde pública. O enfoque dado para eutanásia dos cães, tem demonstrado ser ineficaz e dispendioso.

A leishmaniose visceral canina é uma doença infecciosa e não contagiosa, ou seja, ela é transmitida para outro cão ou ser humano, através da picada da fêmea de flebotomíneo infectada. O principal transmissor da infecção na maior parte do Brasil é a fêmea de flebotomineo Lutzomyia longipalpis, que não tem uma estação de transmissão definida.


Ainda existe uma boa parcela da classe veterinária que ainda não conhece o tratamento e a prevenção da leishmaniose, entretanto, a falta de conhecimento deles não pode impedir o tratamento dos cães pelos seus tutores.

O tratamento não é forma de controle.
O controle é feito com coleira para prevenir o inseto (Scalibor), repelentes no animal (Defendog, Advantage Max 3, Pulvex) e no ambiente (K-otrine), limpeza do ambiente para evitar material orgânico, evitar passeios nos horários de crepúsculo, telar os canis, vacinação (Leishmune e/ou LeisTec).


Tratamento é uma forma de controle individual, mesmo porque ocorrem recidivas mais frequentes no cão. Eutanásia é a última forma de controle e, de fato, a menos eficiente. Prova disso é que a política brasileira de prevenção da doença, por meio da eutanásia de milhares de cães, não proporcionou nos últimos 50 anos nenhuma mudança no controle da doença.

A vacina já está disponível em vários lugares do país. Hoje se tem no mercado a Leishmune, da Fort Dodge, que é aquela que vários veterinários não preconizam porque dizem que não diferenciarão os infectados dos vacinados (mentira ou desinformação), e a Leishtec, da Hertape Calier, que a propaganda é justamente alicerçada em não reações vacinais e cruzada em sorologias.

Entretanto, se já houver um animal infectado em sua casa, não entre em desespero! O tratamento, a vacinação e a utilização de repelentes em cão infectado com leishmaniose não o tornam um risco para sua família ou vizinhos; e pode levar à cura clínica (sem sinais de doença) e à cura epidemiológica (não transmissor da infecção).

Estudos explanados nesse simpósio demonstraram “cura parasitológica” em 50 % dos animais estudados. No entanto a nanotecnologia utilizada na manipulação dos fármacos ainda é muito cara, e não está disponível a comunidade veterinária, ficando restrita somente a comunidade cientifica.






Diagnóstico

Vale ainda relembrar, que o diagnóstico laboratorial complementa uma suspeita clinica, e o diagnóstico de uma doença só é dado pelo médico veterinário.
Em áreas endêmicas, nem todos os animais que são infectados com Leishmania desenvolvem a enfermidade, no entanto o percentual de cães resistentes à enfermidade não está totalmente estabelecido.
Durante o curso da doença pode haver proliferação generalizada do parasito, colonizando órgãos linfóides e não linfóides (linfonodos, baço, medula óssea, fígado, rim, pâncreas, intestino, testículo, pulmão, olhos, articulação...) e indução de uma reação granulomatosa com número variável de formas amastigotas . Ocorre ainda proliferação de linfócitos B, histiócitos, macrófagos, plasmócitos, resultando em linfoadenopatia generalizada e algumas vezes hepatoesplenomegalia.
A sorologia na clínica de pequenos animais é usada como triagem frente a uma suspeita clinica. Diversas técnicas sorodiagnósticas são utilizadas na busca de anticorpos específicos da doença, principalmente a reação de imunoflorescência indireta (RIFI), ensaio de ELISA, reação de fixação de complemento, teste de aglutinação direta e Western blotting. Além desses exames há os exames parasitológicos e os moleculares.
Veja o que mudou
A reação de imunofluorescência indireta (RIFI), utilizada a partir da década de 60, é considerada no Brasil, como confirmatório para o resultado do teste ELISA, mas devemos ter cuidado na sua interpretação, pois é um teste subjetivo que depende da experiência do observador para a titulação/ diluição preconizada no Brasil (1:40), e essa titulação de anticorpos nesse exame, não sustenta eutanásia de cães.
Vejam como Dr. Paulo Tabanez ironiza a diluição que é preconizada atualmente.


A literatura científica mundial estabelece que apenas títulos iguais ou superiores a 1:160 sejam confirmatórios.


O diagnóstico da LVC representa um desafio real ao clínico veterinário, pela presença de animais assintomáticos, pela diversidade da sintomatologia clínica apresentada e pela dificuldade em se obter uma prova diagnóstica que ofereça 100% de sensibilidade e especificidade.

Quer ficar por dentro?
Cadastre-se no site http://www.brasileish.com.br/. É uma associação de caráter científico formada por veterinários, sem fins lucrativos, dedicada à pesquisa e orientação ao manejo clínico de Leishmaniose em animais na Medicina Veterinária do Brasil.

Referência Bibliográfica
Nogueira, Fábio dos Santos. Avaliação clínico-laboratorial de cães naturalmente infectados por Leishmaniose visceral, submetidos à terapia com anfotericina. Tese (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatu, 2007.

Paulo Tabanez – Médico Veterinário, Especialista em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais, Mestre em Imunologia pela Universidade de Brasília e Diretor da Clínica Veterinária Prontovet.

sábado, 29 de outubro de 2011

VIII Congresso Internacional de Leishmaniose Visceral Canina

Começou hoje o Simpósio Internacional de Leishmaniose Canina. Organizada pela Brasileish e Anclivepa, teve uma platéia de aproximadamente 250 pessoas, publico esse de diversas regiões do Brasil (Santa Catarina, Piauí, Maranhão, Goiania, Rio de Janeiro, São Paulo e outros estados), além de colegas da Argentina, Paraguai e Espanha.

Dr. Javier Encinas Aragon, iniciou o simpósio, expondo a realidade da doença em seu país, e a primordial diferença na transmissão da leishmaniose visceral canina é o vetor, que é o P. perniciosus e P.Ariasi, aqui no Brasil o vetor responsável pela infecção pela Leishmania infantum é a Lutzomyia longipalpis.

O padrão epidemiológico da doença vem se alterando.



O diagnóstico da doença no cão é sempre aliado a anamnese, exploração clínica do veterinário e diagnóstico laboratorial.


Segue alguns dados da soroprevalência da LVC na Europa.



E há também casos de Leishmaniose visceral felina, com dados desde 2008.




E é claro outros reservatórios




Quanto ao tratamento, vocês podem verificar os protocolos no resumo publicado “Consulta de espertos OPS/OMS sobre Leishmaniasis Visceral em lãs Américas”, no endereço http://bvs1.panaftosa.org.br/local/file/textoc/LEANES_Inf_final_leish_2005.pdf#page=41, a novidade de 2005 para cá, é a utilização de auto vacinas, que é produzida a partir de material aspirado de linfonodo do paciente infectado. Esse material é submetido a um cultivo especial, adicionada a um adjuvante. Esse material é aplicado no próprio paciente e é capaz de estimular uma resposta imune celular.




Como medida preventiva, é utilizada nos cães a partir de 6 meses a vacina da Virbac “CanilLeish”, que é produzida com fragmentos da Leishmania infantum.
http://62.128.142.38/vbcompuben/display.aspx?srv=p-vbcom&typ=pub&lang=en&cmd=view%7Clist&style=styles/webnew.xsl&select=WEBNEW%5B@ID$eq$WEBNEW_44%5D%7CWEBNEW%5Bfk_enum_THEME$eq$6%5D&order-by=-@ONDATE%7C-@ONDATE
Os animais abandonados são castrados e doados, e existe uma consciência da população com posse responsável, na Europa é obrigatório o uso da identificação eletrônica, o chip, nos animais.
E vejam a diferença no canil do seu CCZ




Dr. Carlos Henrique Nery Costa, http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788185U6, esteve presente também no simpósio de 2009, e assim como no outro deixou sua mensagem para refletirmos sobre nossas próprias atitudes. Vejam:



O calazar zoonótico, uma doença fatal causada por protozoários do gênero Leishmania, é considerada fora de controle, particularmente no Brasil, onde se urbaniza e a letalidade aumenta.




Apesar de ser uma medida muito controversa, o governo brasileiro abate cães soropositivos regularmente para controlar a doença, um modelo arcaico copiado da China e da União Soviética nos anos 50.





Uma vez que não existem evidências de que o abate de cães diminui a transmissão de leishmaniose visceral, este programa deve ser abandonado como estratégia de controle. São levantadas as implicações éticas acerca da distorção da ciência e sobre a eliminação de animais na ausência de mínima ou nenhuma evidência científica.




Os conceitos estabelecidos devem ser revistos.


Dr. Nordman Wall B. Carvalho Filho, esteve como palestrante em edições passadas e hoje pode dividir com a classe veterinária, suas idéias, sua paixão e seu entusiasmo em ser médico veterinário. Critico, determinado e a favor da saúde animal.







Completando esse slid


“Se a lei é injusta, não deve ser seguida” Citado pelo professor Dr. Vitor Marcio


Eu sou a favor da vida. E você?




























quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Urolitiase em caes

Caso da Mel
Mel foi submetida a cirurgia de Luxação de patela e poucos dias após a cirurgia, começou a urinar com sangue e com uma maior freqüência durante o dia. A suspeita inicial era cistite bacteriana. Como não houve melhora com o tratamento, Mel foi submetida a ultrasom abdominal.

O ultrasom abdominal teve a função principal de identificar o urólito de aproximadamente 3 cm de contorno.
Pelo tamanho do urólito, ela foi submetida a cistotomia para remoção do cálculo, pois não havia diâmetro compatível para sua passagem pela uretra.










Para entender um pouco
O sistema urinário de animais terrestres tem habilidade de formar urina concentrada em solutos, sendo que uma de suas funções seria a eliminação de resíduos na forma líquida. Porem em condições específicas, alguns resíduos, especialmente minerais, precipitam e formam cristais. Casos os cristais permaneçam retidos no sistema urinário, esses podem se combinar com matriz orgânica e/ou outros minerais, formando aglomerados que poderão atingir volumes maiores e formar pedras.

A urolitiase ocorre com relativa freqüência dentre as afecções que acometem o trato urinário inferior de cães e gatos, e muitas vezes, é recidivante. Urólitos são agregados de material cristalino e matriz que se forma em um ou mais locais dentro do trato urinário, embora em cães a grande maioria ocorra na bexiga, quando a urina se torna supersaturada com substâncias cristalogênicas.

Esse fator, aliado à diminuição na freqüência de micção, são as causas principais da formação de cristais e urólitos. A formação dos urólitos está relacionada a fatores dietéticos e não dietéticos. Entre os fatores não dietéticos estão a raça, idade, infecção do trato urinário e sexo. A composição da dieta pode interferir tanto no aparecimento quanto na prevenção de recidivas de urolitíases, já que a mesma afeta a densidade específica, o volume e o pH urinário. Cães de raças pequenas e gatos alimentados com rações contendo baixo teor de umidade (secas) tendem a urinar com menor freqüência e produzir uma quantidade menor de urina, porém mais concentrada, aumentando as chances de ocorrência da urolitíase.

Os urólitos são classificados de acordo com sua composição mineral, localização no trato urinário e forma, sendo os de estruvita, oxalato de cálcio, urato, misto, silicato e cistina os principais encontrados em cães e gatos.

O conhecimento da composição do cálculo urinário é essencial para o melhor entendimento da urolitiase nos animais, e consequentemente para intituição de terapia adequada e efetiva, como também para a prevenção de recidivas.



A Mel está ótima, em casa.
Aguardamos a análise do cálculo.




Referências Bibliográficas


MONFERDINI, R. P.; OLIVEIRA, J. Manejo Nutricional para cães e gatos com urolitíase – Revisão Bibliográfica. Acta Veterinaria Brasilica, v.3, n.1, p.1-4, 2009.

OYAFUSO, M.K. Estudo Retrospectivo da Urolitíase em Cães – Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Departamento de Clínica Médica, 2008. 146 f.














quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Identidade Eletrônica Animal


Todo animal de estimação deve possuir uma identificação e existem várias maneiras de se fazer isso. A começar pelas simples e eficazes plaquinhas penduradas na coleira com o nome e telefone do dono, até métodos mais modernos como o uso de microchips. A utilização de microchip em animais de estimação é o único método de identificação inviolável, permanete e totalmente seguro, aplicável à maioria das espécies, como cães, gatos, cavalos, touros e vacas, aves, reptéis e animais exóticos. Não se trata de um rastreador ou GPS, mas sim de um RG do animal, com o qual ele pode ser identificado em diferentes situações, oferecendo inúmeras vantagens tanto para os proprietários, criadores como para veterinários, federações, clubes e outros interessados.





Os microchips são do tamanho de um grão de arroz, e é implantado por um processo similar ao de uma vacina, a aplicação é subcutânea e indolor, e deve ser aplicada por um medico veterinário. Cada microchip possui um número que é possível ser identificado através de um leitor magnético. Assim, quando o microchip é implantado, estamos conferindo ao animal um RG eletrônico que não poderá ser adulterado. O número do microchip fica registrado em uma central com todas as informações necessárias sobre o animal. Isso permite a fácil e rápida localização de animais perdidos ou roubados, uma vez que muitas clinicas veterinárias aqui na região metropolitana de Belo Horizonte, possuem o leitor para o microchip. Além disso, a identificação eletrônica tem se tornado obrigatória por lei no Brasil e em todo mundo.








Ao adquirir o RG eletrônico, você receberá uma plaquinha de identificação para pendurar no pescoço do seu animal e ainda a República dos Animais, emitira um Documento de Identidade do Animal, registrado no INPI, tornando a identificação do animal e proprietário eficiente, confiável e inviolável.





Venha até nossa clinica e participe dessa campanha!!!





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Eu amo meu cachorro

Robin Layton Photography: You're in for Something Good!: A day in the life of Monkey, a rescue dog. Adopt a pet - you'll both be into something good! Yakima Valley Pet Rescue and Adoption Center ...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Reforma & Melhorias

Estamos em reforma para melhorar o atendimento aos animais de estimação

Esse é o Dair. Ele é o pintor da República dos Animais.


Essa é a minha mãe, sempre dá um palpite valioso


Essa sala será o consultório


Sala pré-operatória e bloco cirúrgico.


Escada para o segundo andar.


Bagunça, poeira e bagunça.




Eu e Valente.


Eu, Fidellis e Mariana


Joanne

































Eutanásia



Diante de situações de doenças incuráveis e terminais e os traumatismos não tratáveis por meios clínico-cirúrgicos como atropelamentos, que resultam em morte cerebral, e do cenário clínico, a eutanásia em animais domésticos, é uma questão de bom-senso e sua decisão não é tarefa fácil.

Nos casos em que for necessária a eutanásia, o óbito deverá ocorrer sem que haja sofrimento e sem a precedência de estresse adicional. O procedimento com base nesse princípio é denominado “eutanásia”, que etimologicamente significa morte sem sofrimento ou “boa morte”, termo derivado do grego: eu (bom) e thanatos (morte).

A eutanásia é uma prática delicada e difícil com o qual se depara o médico veterinário e o proprietário do animal. Embora o animal não sinta nada no procedimento, que não dura mais do que cinco minutos, a dor da despedida quase sempre deixa marcas em muitos proprietários, que demoram a sarar.

A eutanásia é sempre a última solução.
Sem indicação clínica não há eutanásia.

O que fazer com o corpo?

Cemitério de animais no Brasil é relativamente recente, começou a surgir no final da década de 80 e se popularizou a partir de 1995. A República dos Animais encaminha os animais que morrem para A Reviver, que fica no bairro Bandeirinhas em Betim. É um local grande, arborizado, calmo, com espaço para velório, para que os donos dos animais possam passar alguns momentos antes do enterro na companhia dos seus animais.
Os animais de estimação são enterrados em jazigos individuais ou coletivos em urnas em diversos tamanhos, feitas de papel e os túmulos são marcados por uma lápide.






Animal na sala de velório



Área do cemitério

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dia de vacinar

A República dos Animais trouxe uma oferta para deixar seu bichinho protegido e alimentado.


Pra começar um exame clínico com uma médica veterinária. Se estiver tudo bem, um reforço de vacinas importadas, anuais, polivalente e raiva, e ainda 1 kg de VitalCan.




Regulamento:

Válido exclusivamente para cães e gatos saudáveis;
Pacote promocional de R$110,00 por R$60,50;
Transporte dos animais não está incluido;
Imprescindível reserva;
Limite de uso 4 animais por pessoa.
Forma de pagamento: dinheiro
Válido até 31 agosto de 2011.