segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bolo de Natal

Todo mundo sabe que eu sou uma negação na cozinha, que só sei fazer strogonof de frango, salpicão de frango, mouse, beijinho e Bolo. Acreditem Bolo.

Mas não é qualquer bolo, é o tão esperado bolo de natal, que só eu sei fazer, aqui de casa né!

Cada ano ele sai de uma maneira diferente. Certa vez ele cresceu tanto, que comecei a ficar desesperada, foi vazando bolo para fora da forma, achei que não ia sobrar nada no tabuleiro, e o que sobrou ficou solado. Solado, pois é solado. Foi a vez que ficou melhor! Achei que ninguém iria comer, e não sobrou nada.

Esse bolo traz lembranças de um passado cheio de histórias. Ganhei um pedaço há uns 14 anos atrás da Dona Efigênia e do Senhor Walter Hausse. Eu era inquilina deles.

A massa antes era misturada no muque, esse ano foi feito na batedeira e foi a maior festa aqui em casa.
meu ajudante oficial, que é melhor que eu na cozinha

a massa

bolo crescendo


Agora chega de mimimi e vamos logo para a receita.

Bolo Viennense de mel
6 ovos; 500 g de açúcar; 600 g de farinha de trigo; 1 colher de sopa de pó royal; 1 colher de café de bicarbonato; 1 copo de mel; 1 copo de café coado morno; Sumo de 1 limão; 1 maça; 200 g nozes; 150 g passas.


Rechear com doce de leite

O próximo passo é comer.....

Desejo a todos um ótimo natal, com a mesa cheia de amor!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Seminário internacional de leishmaniose visceral canina - 2013

Esse final de semana, aconteceu mais um seminário internacional de leishmaniose visceral canina. E eu, sou figurinha carimbada nessa programação e privilegiada pois acontece na minha cidade natal, onde o organizador desse evento reside.

Para que se entenda a problemática é necessário saber de algumas coisas.

A leishmaniose é uma doença endêmica em 88 países, em sua maioria em países em desenvolvimento. Cerca de 90% dos casos mundiais ocorrem na Índia, Bangladesh, Nepal, Sudão e Brasil. O Brasil é o país americano com maior número de casos. Em 2009, essa endemia atingia vinte estados brasileiros. É a terceira doença de expansão vetorial no mundo.

Distribuição espacial dos casos de LVA no Brasil – 1993 a 1988, 1989 a 1994, 1995 a 2000 e 2001 a 2006. ALVES, W.A. Leishmaniose visceral americana: situação atual no Brasil. Bepa 2009; 6(71): 25-29. Slid apresentado pela Dr. Jane Cris de Lima Cunha (Fiocruz)

A região nordeste, entre os anos de 2000 a 2010, foi responsável por 47,5% dos casos humanos, ficando um pouco à frente do Estado de Minas Gerais.

Slid apresentado pela Dr. Jane Cris de Lima Cunha (Fiocruz)

A doença afeta principalmente crianças menores de 10 anos e indivíduos do sexo masculino. A infecção em crianças é justificada por ainda não ter o sistema imunológico formado. As crianças afetadas são pobres, e uma percentagem considerável vão morrer. O sofrimento dessa família é silencioso, por isso os casos não chegam na mídia. A leishmaniose só terá repercussão quando a doença se elitisar, para falar mais claro, quando crianças de gente rica morrer. Será que vamos ter que esperar isso acontecer para fazermos alguma coisa?

Isso foi uma das questões levantadas pela Dra. Jane Cris de Lima Cunha (Fiocruz), que nos fazem refletir. O que podemos fazer para mudar esse cenário?

A leishmaniose visceral (LV) é uma zooantroponose de ampla distribuição mundial. Zooantroponoses são doenças primarias nos animais e podem ser transmitidas aos homens. Mas não fique pensando aí, que a solução é exterminar os cães para controlar a doença humana. Já foi comprovado cientificamente que isso não resolve. Que outros animais fazem parte da transmissão, inclusive os gatos, além das raposas, roedores e outros recentemente descritos.

A infecção é transmitida aos mamíferos pela picada de um flebótomo, a Lutzomyia longipalpis (que não é mosquito e nunca foi mosquitinho), por que ela, a fêmea, diferentemente dos mosquitos, deposita seus ovos em matéria orgânica em decomposição, por isso é tão difícil combate-la. Além disso, o flebótomo, adaptou-se as condições domésticas em que vivemos atualmente. Para vocês terem uma ideia, eu já capturei os flebotomíneos na minha residência, e olha que são pequenininhos (2 a 4 mm de comprimento) e meu orientador capturou no seu apartamento, além de outros relatos que são divulgados no meio acadêmico, mas somente um olho treinado é capaz de realizar essa identificação.

As fêmeas dos flebotomíneos retiram do sangue a fonte de proteínas e aminoácidos que necessitam para o desenvolvimento dos ovos. Chegam a ovipor até 47 ovos em uma única postura. As fêmeas dos flebotomineos só se infectam com o protozoário Leishmania infantum, se o hospedeiro em que ela se alimentar, estiver infectado. Relembrando: cão, gato, roedores, homem... e se estes hospedeiros não estiverem disponíveis, ela se alimenta de qualquer coisa, porque ela precisa dos nutrientes que o sangue contem para ovipor e se manter viva no meio ambiente.


Slid do Dr. Filipi Dantas Torres (Bari University/ Fiocruz/ Brasileish)

Por esse motivo, não podemos falar que ela prefere o cão, que ela prefere o gato, o humano, ou a galinha. Parece que ela prefere o que está mais disponível. Como os flébotomos preferem ficar em locais escuros, úmidos e com matéria orgânica em decomposição, quem perde nessa história são os animais. São eles que são linha de frente, são eles que ficam no quintal e estão mais disponíveis. Mas o meu animal só fica no apartamento! Mas os flebótomos sobem de elevador, e estão se adaptando em novos ambientes. Eles são ecléticos, evoluídos e acompanham as novas tendências!

Slid Filipi Dantas Torres (Bari University/ Fiocruz/ Brasileish)

Por essa razão, dos flebotomineos serem tão espertinhos, eles dão um “olé” nos pesquisadores. Como ele gosta de sangue, podemos colocar uma isca para eles, como galinhas por exemplo. As galinhas não se infectam, elas só servem para o repasto sanguíneo das fêmeas de flebotomíneos. Mas em contrapartida, aumentamos a população dos flebotominios na região e aumentamos a chance deles de infectarem, e corremos o risco de nos infectarmos.

Slid Dr. Filipi Dantas Torres (Bari University/ Fiocruz/ Brasileish)

Mas como ele se infecta? Não dá para responder quem nasceu primeiro, se foi o ovo ou a galinha.

Sabemos que para o parasito se desenvolver no tubo digestivo das fêmeas de flebotomineos, é necessário um pH ideal. E se alterassemos esse pH? Os flebotomineos se adaptariam as adversidades. Afff..... então!?

É necessário muita pesquisa ainda....

Por causa dessa alta prevalência na nossa região, é necessário proteger os animais contra a picada dos flebotomíneos. Atualmente dispomos somente de produtos para cães, como a coleira Scalibor, produtos spot on, como pulvex, advantage max 3 e produtos para aspergir como o Defendog. Esses produtos são tóxicos para os gatos e não devem ser utilizados neles.

Essa é a primeira parte do seminário, que foi uma maravilha. Tentei agrupar as informações de acordo com o que foi abordado, mas ainda tem muiiita coisa. Os palestrantes apresentaram com propriedade o assunto. Diante disso é impossível não ser fã deles.  


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Matilha ao Luar

Vem também!

Amanhã, dia 05/12/2013, realizaremos o nosso ultimo encontro desse ano.
Sairemos da porta da clinica as 19:00hs.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

E sempre era uma vez, que ainda será era, em breve.

Elias José, autor desse poema, passou um dever de casa que deveria ter sua história continuada.

Queria saber de uma vez só, mas João Victor, não poupou detalhes, quando chegou sua hora.

Nessa história tinha uma cachorrinha muito alegre e assanhadinha, que foi abandonada na pracinha.

Era uma vez um tal de um homem, que se achava belo, esperto, mas na verdade era um folgadão, que gostava de transferir seu problema para o cidadão.

Era uma vez um cachorrão, enjoado, latidor e brigão, que ficou assim por causa de sua condição, pouca comida, pouco carinho e muita pressão.

Era uma vez um palhaço, que só levava tombaço.

Era uma vez uma delicada menina, que semeava amores, carinhos em seus caminhos.

Era uma vez uma tal de Dona Inês, que tinha cão listrado e gato xadrez, que achava lindo a prenhes do seu gato xadrez.

Era uma vez a mesma história, onde o gatinho foi deixado a mercê da sua trajetória, pois sabiam que seria resgatado por quem detesta essa história.

Era uma vez uma feira de adoção, que promove a conscientização.

Era uma vez uma protetora, que teimava, que sofria e que cuidava de sua linda cachorrinha Sofia, e vivia triste por causa da sua limitação.

Era uma vez um belo cachorrinho, que foi adotado por seu lindo paizinho.

Era uma vez um lindo gatinho que passeava todo esbelto ao lado da menina com vestido amarelinho.

Moral da história: Gatos e cachorros, animais de todas as espécies não devem ser abandonados e nem maltratados. Adote-os.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Atitude e Comportamento do Amor. Sim, isso mesmo.

Voltei!
Há muito tempo que não escrevo. Passei por um ciclo de entusiasmo e total abandono por essa minha página. Mas prometo que vou retornar a postar com mais regularidade, mais frequência. Estou cheia de casos para compartilhar!

Hoje aconteceu mais uma Matilha ao Luar. O ano passado, por causa da campanha da fraternidade/2012, me dediquei ao dia do Bichinho no bairro Regina, junto com o Padre Carlos. Foi um ano de muito aprendizado. Mas já estava na hora de fazer alguma coisa aqui no São Caetano.

Animais para participar desses eventos nunca falta. Sabem quem são as peças principais?
Resposta: As pessoas.

Pessoas feitas de Amor. E bastava uma pessoa confirmar a presença para iniciarmos.

Formar um grupo de pessoas que queiram participar, não é tarefa fácil. Mas é força poderosa quando se tem atitude de organizar e sair para rua, de certa forma uniformizadas e com os seus cães a tira colo. Provocam curiosidade, muitos pré julgamentos e estimula no outro vontade de fazer a mesma coisa que nós.

As crianças ficam admiradas com a gente. Elas apontam o dedo, chegam perto, pedem para tocar nos cães. Ficam encantadas, felizes. E essa inquietude que provocamos nelas, é sem dúvida agente de mudança. Não precisamos falar sobre posse responsável. Elas simplesmente observam nosso comportamento. Amor gera amor. Respeito gera respeito.

O nosso comportamento não é tendência, e sim mudança. Mudança por um local mais evoluído, sem tantos animais abandonados na rua. Mudança de cultura. Respeito, só isso.

A nossa matilha de hoje foi ótima. E o melhor de tudo é que ela está crescendo devagarinho, mas com força. Obrigada a todos que participam ou participaram.


Ao animais, peça fundamental, merecem nosso respeito, admiração e principalmente nosso amor.






quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vacina que eu quero..... Aplicada por um médico veterinário

Conforme Resolução nº 683/01, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a prestação de serviço aos animais de estimação, como consultas e vacinas, deve ser realizada por um médico veterinário e em ambiente próprio.

Aplicar vacinas nos animais diretamente no balcão é proibido.
#fica a dica

A consulta, vacinação do animal ou qualquer tipo de atendimento deve ser realizado pelo médico veterinário em sala apropriada, separada do local de venda, respeitando as normas sanitárias para a atividade.

Vacinação é coisa séria, e ela deve ser feita por um médico veterinário.

Previamente a qualquer vacinação, o médico veterinário realiza uma anamnese, que é a história clinica do animal. O próximo passo é o exame clinico. Através dessas informações é definido o protocolo de vacinação.

Para evitar falha vacinal:
- Leve o animal ao veterinário;
- Exija vacinas de boa qualidade, que passam por um processo cuidadoso e supervisionado ao chegar na clínica veterinária;
- Peça para conhecer o local de armazenagem da vacina;

Dentro de uma clínica veterinária o refrigerador é o principal equipamento utilizado para conservação das vacinas.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Matilha ao Luar - Respeito

Foi muito bom tirar os planos da gaveta e fazer com que eles acontecessem de alguma maneira.

Hoje realizamos a segunda Matilha ao Luar, e para minha surpresa o grupo já está começando a crescer.
Nossa concentração começou as 19:00 hs na porta da clínica.

 
Dessa vez, fomos para o bairro Petrolândia. 
 
 
 E nos concentramos na pracinha da Igreja Católica.


 
Estavam presentes em nossa matilha: Beatrice, Julhy e Mel, Fany e Lyra, Haru, Pompom, Heros, Godofredo, Mel, Maximus e Layd.


 
 E foi um troca troca de animais. Acho que todos puderam segurar o Haru, o akita.

 O Bartô, um buldog frencês.
 Pompom no colo de Graça.
 E o Heros então, foi com todo mundo. Aqui está com a Lis.

 O Godofredo no colo da Letícia.
 Enfim, chegamos felizes e satisfeitos.
 Pausa para o lanche



Foi um ótimo passeio. Divertido, alegre, único, ímpar. É muito bom passear com os animais e com as pessoas que sabem repeitá-los. E é essa impressão que queremos multiplicar, respeito aos animais. 

A próxima será inesquecível. Avisaremos logo logo a data.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Matilha ao Luar - 1/08/2013

Quinze dias atrás realizamos um encontro na porta da clínica com os cães (Matilha ao luar). O objetivo principal é chamar atenção das pessoas da nossa comunidade sobre posse responsável.


 O encontro foi muito bom, nós pessoas e os animais nos divertimos muito, além de esticar as pernas também!!!!

Amanhã, quinta-feira, 01/08, vamos nos encontrar de novo. Faremos um novo trajeto.

Sairemos da porta da clínica as 19:00 horas.
.


Venha de camisa branca se puder.

Aguardo vocês.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Abandono de Animais

Vejam um pouco da entrevista realizada a tv Betim hoje. O assunto é o abandono de animais. Tentei formatar em um texto os assuntos abordados pela repórter Carolina Fernandes. É claro que fatores como nervosismo a entrevista, o meu policiamento em não falar bobagem e o tempo influenciarão no resultado. Espero que fique bom!

No Brasil existem aproximadamente 55 milhões de animais domésticos, 45% são representados pelos cães, 27% pelos gatos e o restante por outros animais domésticos.

Se existem cães e gatos nas ruas é porque eles tem donos que não os mantém dentro dos limites das suas residências ou porque eles tiveram donos e foram abandonados. 

Aproximadamente 70% dos animais abandonados já tiveram um dono. Desses animais abandonados somente 10% conseguem um novo lar. Aqueles animais que nascem nas ruas raramente conseguem sobreviver por muito tempo se não forem adotados.

A procriação sem controle contribui para alta rotatividade de animais domésticos que passam pelas mãos de um mesmo proprietário. Crias indesejadas estabelecem a ocasião para o abandono dos filhotes (e muitas vezes da própria fêmea) ou para a doação deles para qualquer pessoa interessada e que muitas vezes não tem condições de cuidar adequadamente de um animal. Segue que o animal fica por pouco tempo com aquele que o adotou em situação precária: ou ele morre em poucos meses, ou é repassado a outro proprietário ou acaba sendo simplesmente abandonado, somando-se a outros que passaram pela mesma situação e que estão nas ruas.

Um ser humano que abandona um animal na rua, substitui-o por outro. A renovação das populações é muito rápida. A gestação de cadelas e gatas dura em torno de 60 dias e tem grande potencial para produzir proles numerosas que atingem a maturidade sexual a partir dos seis meses de idade. Assim fica mantido o ciclo de procriação descontrolada e abandono que repovoa rapidamente as áreas de onde os animais foram retirados.

O número crescente de cães e gatos abandonados é uma preocupação para a saúde pública, pois esses animais geram sérios problemas de contaminação ambiental, risco de transmissão de inúmeras zoonoses, de maior ou menor gravidade, agravos por mordeduras, acidentes de trânsitos comprometendo a saúde e o bem estar animal e humano.

Um fator determinante para o excesso de cães e gatos nas ruas é a falta de contingências que influenciam adequadamente o comportamento das pessoas que possuem animais domésticos. O controle da natalidade da população animal em massa e educação tem se mostrado mais eficiente, ética e menos onerosa que a eutanásia.

O abandono de animais é um comportamento que depende da atuação da comunidade para o aprimoramento da qualidade de vida e do exercício da cidadania. Ele apresenta aspectos de ordem legal e deve ser abordado em atividades de educação e de promoção da saúde, evidenciando a importância da posse responsável.

E infelizmente, quanto menor o nível de escolaridade da comunidade, maior é o abandono.

Carolina, segura Dom Bolota; Henrique segura Mel e Priscila segura Branca de Neve

Referências Bibliográficas

BORTOLOTI, RENATO;  D’AGOSTINO, RENATA GROTT. Ações pelo controle reprodutivo e posse responsável de animais domésticos interpretados a luz do conceito de metacontigência. Revista Brasileira de Análise do Comportamento/ Brazilian Journal Of Behavior Analysis, 2007, VOL. 3, No.  1, 17-28

domingo, 2 de junho de 2013

Memórias póstumas de Yanca

Yanca tinha uma mãe e irmãos humanos, convividos por 17 anos.

Gente! 17 anos divididos, compartilhando histórias.

Ela foi naturalmente domesticada. Na falta de irmãos para brincadeiras, arranjava-se com eles como podia.
Por isso mesmo, por ter a casa sempre rodeada de amigos, eles quando iam procurar o Cláudio ou o Gustavo peguntavam a Lucinha:
- E a Yanca, já morreu?
Lucinha respondia: - Ela está aqui firme e forte.
- Que isso! A Derci já morreu, a Hebe ja morreu, ela não vai morrer não?

Por isso mesmo arrancava boas risadas e essas lembranças hoje são misturadas com a dor, com a saudade e com as histórias compartilhadas entre a família e a roda de amigos.

Yanca estava fazendo fisioterapia para melhorar a dor causada pelas degenerações das vertebras cervicais e hernias em vários pontos da coluna. Ela teve um AVC e morreu de falência múltipla de órgãos.

A morte biologica é natural, e esse fato pode ser percebido através de mudanças de comportamento. Seus proprietários promoveram bem estar a ela nos seus últimos dias de vida.

Hulk - Sempre alerta

Assim com Hulk é um dos personagens mais conhecidos das histórias em quadrinhos, o nosso Hulk era 
o mais conhecido aqui da República dos Animais. 

Ele era um cão da raça pínscher, que foi rejeitado por uma família por que eliminava seus excrementos, o que é natural. 

Seu nome era do tamanho de sua coragem, ele não tinha noção do seu tamanho. Era destemido. Ficava sempre alerta. Era o lobinho, nome dado carinhosamente aos iniciantes do escoteiros. Ele não latia, ele gritava. Adora explorar territórios diferentes e por essa razão ficou desaparecido por 7 dias. 

Ele tinha uma maneira particular de demonstrar o seu afeto, carismático como só, quem se apegava a ele se apegava mesmo. Era solidário com os pacientes enfermos. 

Ele era a cara da felicidade.

Queria apenas fechar os olhos e apagar tudo da mente, uma onda luminosa indicando o seu corpo desfalecido sobre a pista, mergulhar num esquecimento que pusesse fim a toda essa dor.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Vacinação contra gripe canina


Nessa época do ano há uma maior incidência de doenças respiratórias, entre elas a gripe canina, conhecida também como traqueobronquite infecciosa ou tosse dos cães.

Assim como a gripe humana essa doença pode ser transmitida de um cão para o outro. Os principais sinais que o cão apresenta são: tosse, espirro, secreção nasal e ocular, febre, falta de apetite, perda de peso podendo evoluir para um quadro mais grave de bronquite ou broncopneumonia.

A única e melhor maneira de prevenir essa doença é através de vacinação.

Não deixe seu cão desprotegido, traga-o na Republica dos Animais, converse com nossos médicos veterinários e receba mais orientações, afinal, prevenção continua sendo o melhor remédio!

sábado, 20 de abril de 2013

Uso inadequado de anticoncepcionais

A utilização INADEQUADA DE ANTICONCEPCIONAIS em cães em gatos tem complicado a vida dos animais.

O anticoncepcional tem a finalidade de evitar gestações indesejáveis. 

Mas o que vem acontecendo é a administração desse produto por pessoas despreparadas nos animais, chegando a utiliza-lo quando a fêmea já está no cio, gestante e até em animais machos. Isso compromete a vida dos animais.

O uso inadequado pode resultar em aumento do peso, hiperplasia ou neoplasia mamária, infecções uterinas, abortos, parto complicado e vários tipos de alterações hormonais.

A melhor opção é a castração. A castração da fêmea antes dela entrar no primeiro cio reduz consideravelmente a chance dela ter tumor de mama, além de evitar crias indesejadas.

A Shena foi vítima da injeção anticoncepcional quando já estava no cio. Ela estava com o útero cheio de pus e com o ovário enorme, do tamanho de um limão.  Vejam:

O melhor tratamento é a cirurgia, para remover os ovários e o útero, é uma cirurgia de urgência, e os riscos envolvidos nesse procedimento são maiores do que se ela estivesse saudável.

Shena teve um final feliz, a cirurgia correu bem e seu tutor multiplicará essa informação que o fez sofrer com a situação ocorrida.




Bibliografia
Uso de anticoncepcional em cadelas: problema ou solução? http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/R1262-2.pdf
Perfil clínico e laboratorial de gatas com piometra antes e após ovário-histerectomia
MACERAÇÃO FETAL EM GATA EM DECORRÊNCIA DO USO DE CONTRACEPTIVOS – RELATO DE CASO


quinta-feira, 4 de abril de 2013

E o telefone continua o mesmo 31.3381 8943

O telefone da Republica dos Animais voltou a funcionar normalmente.
Você pode agendar pelo telefone o banho do seu animal, vacinas ou uma consulta veterinária.
Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta de 8 as18:00 e sábado de 8 as 14:00hs.
Esperamos vocês....

domingo, 17 de fevereiro de 2013